O Confinamento não se faz para evitar que as pessoas apanhem o vírus neste ou naquele sítio. Para isso existem as máscaras e a sua obrigatoriedade. O confinamento existe para impedir que as pessoas se movimentem e se cruzem com outras pessoas.
O Confinamento não se faz para evitar que as pessoas apanhem o vírus neste ou naquele sítio. Para isso existem as máscaras e a sua obrigatoriedade. O confinamento existe para impedir que as pessoas se movimentem e se cruzem com outras pessoas.
Obrigado, obrigado, obrigado – na leitura de São Tomás de Aquino e do seu “Tratado da Gratidão” e nas palavras tão simples de Pedro Homem de Mello.
Marcelo, em 2016, foi eleito por 52% dos votos expressos. Mas apenas por 24,75% dos portugueses em condições de votar. Em 2021 o professor-presidente pode bem cumprir o sonho e vir a ser eleito com mais de 70,35% dos votos (o recorde de Mário Soares, em 1991). Mas eu diria que dificilmente terá o voto de mais de 15% dos portugueses em condições de votar…
É possível alguém que foi eleito pelo maior número de pessoas até então, com um reforço de votos quatro anos depois, mandar invadir a Casa da Democracia… E em nome da Democracia incentivar o acto mais anti-democrático capaz de se imaginar.
Sedução e Repulsa cruzada, misturada e confundida naquela que (assim está demonstrado pelos candidatos) será a única campanha que apetece fazer aos candidatos e que os eleitores estão dispostos a aturar num Estado de Democracia imergente. Mas convenhamos: Isto não são debates, são entrevistas cruzadas.
Quando Soares, em 12 de junho de 1985, assinou a adesão de Portugal à CEE, eu estava a quatro meses de entrar na escola primária. Não sabia ler nem escrever. Sou da primeira geração de portugueses europeus. Não me lembro de demorar 12 horas a chegar ao Algarve, nem de não ter água canalizada em …
Não consigo, hoje, neste momento da minha vida e da nossa vida coletiva, deixar de associar o nascimento do caminheirismo ao final da Grande Guerra Mundial. As duas coisas parecem-me tão associadas – pela História e pelo conhecimento que temos hoje do pensamento de Baden-Powell – que me parece absolutamente indiscutivelmente que o fundador quis …
Não conseguimos deixar de associar a papoila e a sua cor, aos caminheiros e ao rubro dos seus lenços. Os caminheiros nasceram como papoilas belas num terreno hóstil. Nasceram como esperança depois da adversidade [da Grande Guerra]. E – assim nos parece – é desta memória que pode nascer a mais bela homenagem neste tempo de centenário.
Por um lado, não vejo as crianças de hoje mais felizes e mais livres do que eu fui. Sinto-as mais pressionadas, com mais conhecimentos, com mais competências técnicas e menos competências sociais. Sinto-as manietadas, mais formatadas, menos crianças. Vão ser gente durante mais tempo, é certo… mas gente mais feliz?
É comum dizer-se que os políticos têm de aprender a ouvir as pessoas… estar atentos…