É bem verdade de “há um tempo para tudo debaixo do Céu!”, mas parece cada vez mais difícil conhecer o tempo de dizer Obrigado. Se o dizemos muitas vezes – e ao Quim as vezes que o fiz não se conseguem contar – banalizamos o gesto e a obrigação perde intensidade. Se o dizemos na hora da festa parece ficar diluído entre os foguetes e a pompa da circunstância. Se o dizemos na hora da dor, soa a despedida, a requiem e perde-se o verdadeiro sabor da esperança do Amor no gesto simples.

