[2383.] É possível

DIA VENCIDO
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[2382.] Obrigado

Geral INTERVENÇÃO

Obrigado

Diz-se que é nos momentos de aflição que se conhece os que nos querem bem. Como se diz, também, que é nessa hora que se reconhece a fibra e a coragem das pessoas. Os acontecimentos da noite de 10 para 11 de agosto de 2016, …

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[2371.] Saudades do Verão #01

DIA VENCIDO
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Arroz de frango com ervilhas com o tacho embrulhado em jornais e comido no pinhal, em Mira.

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[2361.] História da Capela de Santa Ana – 300 anos

DIA VENCIDO

A Santa Casa da Misericórdia da Mealhada pediu-me que redigisse um opúsculo com a memória histórica dos 300 anos da Capela de Santa Ana. A oportunidade de investigar alguma coisa sobre o edifício (e a sua história) que está tão intimamente ligado à memória que tenho da minha infância e do despertar da minha fé motivou-me a aceitar – apesar de todas as contrariedades que poderiam ser justificação suficiente para não o fazer.

«Mais do que a um edifício, o afeto dos mealhadenses à sua padroeira tem sido uma espécie de cimento de identidade, algo que une e prende e torna comum a nossa passagem por este lugar em cada tempo. Tem muito afeto este texto. E talvez isso lhe tire rigor científico. É escrito por quem foi batizado na Capela de Santa Ana, ali fez a primeira comunhão num dia de calor, ali foi à primeira missa pela mão da avó, ali se tornou escuteiro, ali foi padrinho e ali recebeu a graça da Fé. Alguém que sente aquele espaço como parte de si.»

DA INTRODUÇÃO

Gosto muito de História e amo profundamente a minha terra. A possibilidade de unir estes dois amores numa busca pela raiz do tempo do chão que piso é muito estimulante. Obrigado pela oportunidade.

 

A efeméride deu mote a um opúsculo, escrito por Nuno Canilho. Uma obra apresentada por João Pega, vice-provedor da Misericórdia da Mealhada, que explicou que o autor “sintetizou diversas passagens da história da Capela”. Os registos não são abundantes, mas Nuno Canilho acredita que “a Capela foi mesmo construída em 1716”, uma vez que há um relato de um peregrino de Santiago de Compostela, datado de 1594, que escreveu que ao passar por aqui apenas havia construído “um pequeno oratório de São Bastião”. “Também sabemos que a Capela sofreu com a catástrofe de 1755, e que  de imediato houve a preocupação de recuperá-la e ampliá- la”, continuou Nuno Canilho, que não esqueceu que foi ali, “no fervor dos anos oitenta”, que “nasceu” a rádio pirata ELBA (Emissora Livre da Bairrada). “Esta Capela tem uma ligação muito forte na comunidade. Mais do que um edifício, este é um espaço de afeto, que ‘observou’ a Mealhada durante trezentos anos. É um sitio que será sempre sobranceiro”, concluiu ainda. Depois de apresentada a obra, (na tarde de 24 de Julho de 2016, na própria Capela de Santa Ana) deu-se a “inauguração” do “Espaço de Memórias da Capela de Santa Ana”

EXCERTO DA REPORTAGEM DO JORNAL DA MEALHADA

 

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A Santa Casa da Misericórdia da Mealhada pediu-me que redigisse um opúsculo com a memória histórica dos 300 anos da Capela de Santa Ana. A oportunidade de investigar alguma coisa sobre o edifício (e a sua história) que está tão intimamente ligado à memória que tenho da minha infância e do despertar da minha fé …

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[2345.] Cumprir promessas

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Sou amigo do Manel à 24 anos. Começámos por ser amigos, depois tornámos-nos irmãos. Hoje cumpri uma promessa que com ele tinha assumido há muitos anos. E sinto-me particularmente feliz com isso. É bom quando somos cumpridores de promessas. É bom quando podemos …

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[2328.] Seis anos.

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[2316.] O ‘menério’ de Medelim

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Os protagonistas são pessoas conhecidas da minha meninice, assim como muitas horas de histórias das aventuras do contrabando, dos esquemas dos compradores. O Ti’António Garoto, de que se fala no final da peça, era pai do meu tio-avô Zé Garoto, e o meu bisavô paterno José Gomes – pai do meu avô António – foi ele próprio comprador e agente, até morrer antes do fim da Guerra, e antes do fim do apogeu do minério de Medelim.

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[2306.] Alma da identidade

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Não fui grande estudante na Universidade… As coisas não me correram tão bem como eu gostaria… ou como no Secundário e posso dizer que foi um suplicio! Fiz bons amigos, os que já eram ainda se tornaram mais – como o Nuno e …

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[2302.] Da Felicidade

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Durante muitos anos – e hoje se calhar também – esta é a imagem que na minha cabeça está associada à Felicidade. Trata-se de uma foto do Diogo, o meu irmão, com dois ou três anos, num dos seus banhos de fim de tarde, à mangueirada, na nossa primeira casa. O sorriso de felicidade é indescritível.

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[2295.] Encontrarás dragões…

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Em 05FEV1994, uma patrulha de exploradores (os coiotes) mais uma exploradora de outra patrulha ofereceram, no dia da passagem, uma imagem do patrono, são Jorge

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