Quem foi Aníbal António Cavaco Silva, e o que fez por Portugal e pelos portugueses, é algo que só se compreenderá daqui a muitos anos. É uma análise que precisa de tempo, de espaço, de perspectiva para ser visto. Assim foi com …
Quem foi Aníbal António Cavaco Silva, e o que fez por Portugal e pelos portugueses, é algo que só se compreenderá daqui a muitos anos. É uma análise que precisa de tempo, de espaço, de perspectiva para ser visto. Assim foi com …

Agora já me parece oficial… Alguma coisa vai ter de mudar para que tudo fique na mesma… Dito de outra forma: Para que o sistema democrático continue a funcionar é necessário que alguma coisa de muito profundo aconteça.
Depois do resultado eleitoral nas eleições legislativas …
A Nova Escola, perante uma realidade onde parece que mais nenhum modelo existe, tem de ser o espaço dos afectos, a atenção, da motivação, do encorajamento, da valorização do ser humano. Voltamos (porque já foi assim noutros tempos) a uma altura em que os educadores – não só os professores, mas também os funcionários e os alunos – têm de voltar a estar atentos a quem não tem comer em casa, a quem não tem casa, a quem não tem roupa em condições, a quem não tem carinho, a quem não tem no seu quotidiano gestos de amor, a quem não sabe o que é a experiência do afecto…
A relevância da próxima eleição residencial é absolutamente nula. Igual a zero. Porquê? Porque o papel do Presidente da República em Portugal é pouco mais do que decorativo.
Por isso é que a diferença entre ter um Presidente da República ou um Rei é que o Presidente custa muito mais dinheiro do que o Rei e como gostamos de ir ‘lá botar’ preferimos escolher um ‘rei’ de 10 em 10 anos, do que não o fazer.
A presente campanha eleitoral para as Presidenciais de 24 de janeiro está a constituir-se, pelo menos para mim, como um extraordinário incentivo para eu, de uma vez por todas, me assumir como monárquico. Aliás, …
«Ao longo da história, a Humanidade sempre foi levada a considerar a guerra como o meio mais eficaz de resolução de conflitos (…). Mas foi sempre em nome da paz que todas as guerras foram declaradas.»
JOSÉ SARAMAGO, 2009
Não nos tornemos passivos. Teremos de nos tornar superiores. Como Leiris diz nesta carta: Temos de lhes fazer a afronta de sermos felizes e livres.
“Porque não, vocês nunca terão o nosso ódio!”, diz um viúvo momentos antes de acordar o filho de 17 meses, que nunca conhecerá a mãe.
Não chego ao ponto de escrever aos socialistas, pedindo-lhes que travem António Costa, como fez há poucos dias Pedro Bazaliza, numa Carta Aberta aos Deputados Socialistas, ou exortar à revolta. Mas tenho falado com muitos militantes e autarcas do PS e noto que não estão satisfeitos, que esta solução não lhes agrada, e parece-me que ainda há hipótese de o bom-senso conseguir afirmar-se e o PS assumir o papel que tem na sociedade portuguesa.
Quando há poucos dias vi a edição de coleccionador, vendida pela Visão e pelo Expresso, com anotações à margem de José Luís Peixoto, um escritor da minha geração, e com ilustrações de Hugo Makarov, fiquei maravilhado. Trata-de de uma edição pouco menos que soberba. linda, mesmo. Inteligente, bela, forte, com sabedoria, elegância. Extraordinária. Brilhante.