Todos já chorámos no Messias… todos já fomos felizes no Messias…

DIA VENCIDO

Cinema, teatro, música, bailado, variedades… podemos encontrar de tudo num espaço aberto aos melhores profissionais e aos mais humildes amadores… mas continua muito por fazer e há uma página nova de programação do espaço que é preciso começar a escrever. E isso motiva-nos e mobiliza-nos.

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[2382.] Obrigado

Geral INTERVENÇÃO

Obrigado

Diz-se que é nos momentos de aflição que se conhece os que nos querem bem. Como se diz, também, que é nessa hora que se reconhece a fibra e a coragem das pessoas. Os acontecimentos da noite de 10 para 11 de agosto de 2016, …

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[2364.] “Há bombeiros na Mealhada há 100 anos, e há uma associação a geri-los há 89″

DIA VENCIDO

Comemorações “Mealhada assinala centenário dos Bombeiros e 89 anos da associação”

“Apesar de a Associação dos Bombeiros Voluntários da Mealhada ter sido fundada em 26 de julho de 1927, há registos históricos que nos dão conta da existência de um corpo de bombeiros na Mealhada já desde 1916”, declarou Nuno Salgado, presidente da assembleia geral da associação na cerimónia do aniversário. No mesmo sentido, o presidente da direção, Nuno Castela Canilho, na mesma ocasião, afirmou “Se comemoramos hoje os 89 anos da fundação da associação não devemos deixar de lembrar a existência comprovada de bombeiros na Mealhada há pelo menos um século”. As duas intervenções foram proferidas na cerimónia de aniversário da Associação dos Bombeiros Voluntários da Mealhada, que teve lugar ao final da tarde de terça-feira, 26 de julho, dia de Santa Ana, padroeira da cidade e da corporação.

O dia de aniversário foi assinalado, logo pela manhã, com o hastear das bandeiras, mas foi ao final do dia que a festa teve lugar, com a participação de bombeiros, antigos bombeiros, muitos representantes de associações congéneres do distrito de Aveiro e muitos autarcas e amigos da corporação mealhadense. Para além de Rui Marqueiro, presidente da Câmara, e de todos os vereadores com pelouros no executivo, tomaram lugar na cerimónia o deputado da Nação Bruno Coimbra, os presidentes das Juntas de Freguesia da Pampilhosa, da Vacariça e da União de Freguesias de Mealhada, Antes e Ventosa do Bairro. Verificou-se, ainda, a representação da Federação dos Bombeiros do Distrito de Aveiro e a presença do Comandante Operacional Distrital, José Bismarck.

Carregado de simbolismo, as cerimónias começaram com a deposição de uma coroa de flores no monumento ao Bombeiro localizado em frente ao quartel e a observância de um minuto de silêncio em memória dos bombeiros e dirigentes falecidos. Seguiu-se, imediatamente, a bênção de uma nova viatura dedicada ao transporte de doentes, que recebeu o nome de “Joaquim Ricardo Jorge – Quim Eletricista”.  Nuno Castela Canilho, na ocasião afirmou: “Este é um agradecimento forte e sentido ao ‘Quim Eletricista’ um bombeiro do Quadro de Honra, mas acima de tudo um amigo da nossa associação que durante década e meia ajudou esta casa de muitas formas, mas de uma maneira especial e dinâmica com a organização da tasquinha dos Bombeiros no Festame ou Feira de Artesanato e Gastronomia da Mealhada”. E acrescentou: “A direção tomou há muitos meses a decisão de atribuir a uma viatura o nome do senhor Joaquim. Estava ainda entre nós. O pudor de lhe fazer uma homenagem que pudesse ser vista como uma despedida extemporânea e, eventualmente, piorar até o seu estado de saúde, levou-nos a adiar o gesto até uma altura em que a sua luta contra a doença lhe pudesse estar de feição. Infelizmente esse dia nunca chegou e fica-nos a frustração de só o podermos fazer agora. Mas agora sabemos que, esteja onde estiver, está a ver de uma maneira simples o quanto gostamos dele, o quanto lhe estamos gratos e o quanto continua vivo entre nós. A VDTD 04 ‘Quim Eletricista’ vai servir os mealhadenses. E vai servir, especialmente, os doentes, os mais debilitados, os que precisam de auxílio para acorrer aos cuidados de saúde mais básicos, desde consultas a tratamento seja de quimioterapia seja de hemodiálise. Acreditamos que é a viatura certa para homenagear o guerreiro que perante o sofrimento e a dor, optou sempre pela vontade de ser o que protege e cuida”.

Já no interior do Pavilhão Dr. Mário Saraiva, foram atribuídas medalhas de assiduidade de cinco anos a cinco bombeiros e de vinte anos a três bombeiros. Na mesma ocasião foram promovidos a bombeiros de 3.ª – passando a partir desse momento a integrar definitivamente o corpo activo – cinco estagiários. Foram ainda promovidos a bombeiros de 2.ª nove bombeiros e o bombeiro de 1.ª Jorge Costa foi promovido a sub-chefe.

Na sua intervenção, o comandante Nuno Antunes João declarou: “Parabéns aos jovens que hoje se tornam bombeiros, parabéns aos bombeiros que foram promovidos, parabéns, antecipados, aos bombeiros que estão a realizar provas para a progressão e que ainda não concluíram o processo”. E disse ainda: “Aos jovens que hoje se tornam bombeiros – e de certa maneira aos estagiários que frequentam a escola que está a decorrer – permitam-me deixar-lhes uma palavra de incentivo e de coragem. Esta farda não é leve, esta responsabilidade não é simples, este trabalho voluntário não é sempre fácil. Mas vale, deve valer, pelo sentido de serviço aos outros, pela capacidade de transformar a vida de alguém, salvando, apoiando, ajudando na cura, auxiliando na doença e no desastre, na hora difícil e mais terrível. Aprendam a sentir o agradecimento simples de saber que se fez a coisa certa no momento adequado”.

A sessão solene prosseguiu com as intervenções de Nuno Salgado, de Nuno Castela Canilho, do Cmdt Carlos Mouro, em representação da Federação dos Bombeiros do Distrito de Aveiro, do Comandante Operacional Distrital José Bismarck e concluiu com a intervenção do presidente da Câmara da Mealhada, Rui Marqueiro. O presidente da Câmara elogiou a prontidão dos bombeiros da Mealhada, saudou a cooperação que tem sido alcançada a todos os níveis em prol do bem comum e garantiu que a autarquia manter-se-á atenta e disponível para ajudar os bombeiros da Mealhada.

À cerimónia solene seguiu-se o jantar convívio que terminou com o cantar dos parabéns e a partilha do bolo de aniversário.

100 anos de Bombeiros na Mealhada?

Nuno Salgado e Nuno Canilho referiram a nota histórica na sua intervenção, aludindo à memória do ano de 1916 para assinalar o momento mais longínquo da reminiscência histórica comprovada da existência de um corpo de bombeiros voluntários na vila da Mealhada. A tomar essa data como determinante, os bombeiros da Mealhada comemoravam este ano o seu centenário e não 89 anos. A curiosidade assolou o Jornal da Mealhada que interpelou o presidente da direção Nuno Castela Canilho, que respondeu: “Consideremos duas coisas diferentes: a primeira é a existência de um primeiro e original corpo de homens disponíveis para fazer o serviço de bombeiros; a segunda é o nascimento de uma associação que vai gerir e governar, dando capacidade de organização a um corpo de bombeiros tal como hoje o conhecemos. Garantidamente, há bombeiros na Mealhada há pelo menos 100 anos. Isso é um facto. A fundação da associação que gere o corpo de bombeiros essa é de 26 de julho de 1927 e por isso faz agora 89 anos!”. O dirigente resume ainda: “Há bombeiros na Mealhada há 100 anos, e há uma associação a geri-los há 89. Não são informações conflituantes!”.

Na monografia de António Breda Carvalho, “Mealhada – A Escrita no Tempo”, de 1997, na página 79, encontramos a referência a uma notícia do jornal “O Campeão Regional”, na sua edição n.º 49, de 24 de setembro de 1916, que publica: “Mais uma vez o teatro, daquela vila (Mealhada), é visitado por uma brilhante trupe do Porto, que ali foi no passado domingo 17 dar um sarau em benefício dos Bombeiros Voluntários da Vila”. Em 20 de abril de 1920, no jornal “Mealhadense”, na sua edição n.º 5, António Pega testemunhava a existência de equipamento e de homens (pese embora em escasso número) aptos para o serviço de bombeiros e socorro na vila da Mealhada.

JORNAL DA MEALHADA DE 3 DE AGOSTO DE 2016

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Comemorações “Mealhada assinala centenário dos Bombeiros e 89 anos da associação”

“Apesar de a Associação dos Bombeiros Voluntários da Mealhada ter sido fundada em 26 de julho de 1927, há registos históricos que nos dão conta da existência de um corpo de bombeiros na Mealhada já desde 1916”, declarou Nuno Salgado, presidente da assembleia geral …

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[2363.] Santa Ana dos mealhadenses

DIA VENCIDO

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Excerto do opúsculo “300 anos da Capela de Santa Ana”, com o título

SANTA ANA DOS MEALHADENSES

Lançadas algumas pistas sobre eventuais razões que possam justificar a escolha de Santa Ana para orago da capela edificada em 1716, e, posteriormente para padroeira da Mealhada – e …

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[2361.] História da Capela de Santa Ana – 300 anos

DIA VENCIDO

A Santa Casa da Misericórdia da Mealhada pediu-me que redigisse um opúsculo com a memória histórica dos 300 anos da Capela de Santa Ana. A oportunidade de investigar alguma coisa sobre o edifício (e a sua história) que está tão intimamente ligado à memória que tenho da minha infância e do despertar da minha fé motivou-me a aceitar – apesar de todas as contrariedades que poderiam ser justificação suficiente para não o fazer.

«Mais do que a um edifício, o afeto dos mealhadenses à sua padroeira tem sido uma espécie de cimento de identidade, algo que une e prende e torna comum a nossa passagem por este lugar em cada tempo. Tem muito afeto este texto. E talvez isso lhe tire rigor científico. É escrito por quem foi batizado na Capela de Santa Ana, ali fez a primeira comunhão num dia de calor, ali foi à primeira missa pela mão da avó, ali se tornou escuteiro, ali foi padrinho e ali recebeu a graça da Fé. Alguém que sente aquele espaço como parte de si.»

DA INTRODUÇÃO

Gosto muito de História e amo profundamente a minha terra. A possibilidade de unir estes dois amores numa busca pela raiz do tempo do chão que piso é muito estimulante. Obrigado pela oportunidade.

 

A efeméride deu mote a um opúsculo, escrito por Nuno Canilho. Uma obra apresentada por João Pega, vice-provedor da Misericórdia da Mealhada, que explicou que o autor “sintetizou diversas passagens da história da Capela”. Os registos não são abundantes, mas Nuno Canilho acredita que “a Capela foi mesmo construída em 1716”, uma vez que há um relato de um peregrino de Santiago de Compostela, datado de 1594, que escreveu que ao passar por aqui apenas havia construído “um pequeno oratório de São Bastião”. “Também sabemos que a Capela sofreu com a catástrofe de 1755, e que  de imediato houve a preocupação de recuperá-la e ampliá- la”, continuou Nuno Canilho, que não esqueceu que foi ali, “no fervor dos anos oitenta”, que “nasceu” a rádio pirata ELBA (Emissora Livre da Bairrada). “Esta Capela tem uma ligação muito forte na comunidade. Mais do que um edifício, este é um espaço de afeto, que ‘observou’ a Mealhada durante trezentos anos. É um sitio que será sempre sobranceiro”, concluiu ainda. Depois de apresentada a obra, (na tarde de 24 de Julho de 2016, na própria Capela de Santa Ana) deu-se a “inauguração” do “Espaço de Memórias da Capela de Santa Ana”

EXCERTO DA REPORTAGEM DO JORNAL DA MEALHADA

 

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A Santa Casa da Misericórdia da Mealhada pediu-me que redigisse um opúsculo com a memória histórica dos 300 anos da Capela de Santa Ana. A oportunidade de investigar alguma coisa sobre o edifício (e a sua história) que está tão intimamente ligado à memória que tenho da minha infância e do despertar da minha fé …

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[2334.] Pedido

DIA VENCIDO

Encontro-me a fazer um estudo de natureza historiográfica e preciso de informações sobre a ELBA – Emissora Livre da Bairrada. QUEM ME PUDE AJUDAR, por favor, CONTACTE-ME POR AQUI (mensagem privada), ou envie-me um mail para [email protected] MUITO OBRIGADO

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[2261.] Ganhou a Alegria!

DIA VENCIDO

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O Povo que chora a cantar escolheu a Alegria!

Marcelo ganhou. Até na Mealhada!

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[2260.] As presidenciais de há 30 anos…

DIA VENCIDO

Para a história fica esta fotografia, de Rui Ochoa, o grande fotografo do Expresso, tirada em frente ao Mercado Municipal da Mealhada, em Janeiro de 1986. Se não reconhecêssemos a paisagem reconheceríamos no canto inferior esquerdo os amigos Jorge Lopes e Paulo Cesário…

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[2246.] Marcial

Geral

marcial

As comunidades têm identidade, que as distinguem umas das outras. Por identidade poderá entender-se tudo o que permite um sentimento de união, de comunhão. O Marcial, Marcial Ferreira, o ‘Menino Mota’, é, efectivamente, um dos símbolos da comunidade mealhadense. Há um sentimento comum de carinho, …

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[2208.] Discursar

Pedrinha branca

Nunca tinha escrito um discurso para um morto… Até há poucos dias, quando Mário Rui Cunha, no âmbito das comemorações (25 de outubro de 2015) do centenário da inauguração da Fonte do Garoto (1 de Agosto de 1915), na Pampilhosa, me perguntou se eu me atrevia a escrever o discurso de Joaquim da Cruz. Não fez a coisa por menos, foi logo para o Joaquim da Cruz

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