Palavras novas… em tempo de guerrilha climática

DIA VENCIDO
greenwashing

Hoje aprendi uma palavra nova: ‘Greenwashing’!… e na onda verde mais umas quantas!

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Quinze anos de onanismo intelectual?

Intendência
onanismo

Este blogue faz hoje 15 anos.

E há 15 anos eu dizia que, provavelmente, se tratava de ‘um exercício de onanismo intelectual’.

E provavelmente é, de facto.

Com muitas paragens, muitas interrupções, 5479 dias desfiados… e 2489 publicações depois, subsiste a maravilhosa experiência de ter prazer em escrever, sublimada pela incrível sensação de ser lido.

Nem …

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A morte do Homem Livre

Geral
2010 — Red Quechquemitls, La Tehuana – Sylvia Ji

Estes dias de final de outubro e de princípios de novembro são propensos à mórbida sensação do supremo graal da reflexão humana: O Sentido da Vida.

As montras a gritar com Halloween – seja em formato americanizado, sejam as reminiscências dos Santóruns, dos Bolinhos e Bolinhós ou dos pães-por-Deus -, a 31 de outubro.

A …

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Liderar, segundo Gouveia e Melo

DIA VENCIDO
visita_almirante_30

O Coordenador da Task Force para a elaboração do «Plano de vacinação contra a COVID-19 em Portugal», o Vice-Almirante Henrique Gouveia e Melo, visitou ontem o Centro de Vacinação da Mealhada e tive a oportunidade de participar na receção e no acompanhamento. E pude, de perto, observar os gestos e percecionar a intenção do sr. …

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A montanha pariu um ratinho…

DIA VENCIDO
passos perdidos

Houve debates, páginas e páginas escritas sobre o tema. Tomadas posições sobre o assunto – algumas delas até desautorizadas – mas o certo é que, findo o processo legislativo, se conclui que, entretanto e afinal, a montanha pariu um ratinho, e que mesmo com a lei aprovada e promulgada, ninguém tem de declarar coisa nenhuma.

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Reconhecer que temos de nos ADAPTAR não é desistir de lutar!

DIA VENCIDO
change-the-politics-not-the-climate

Como autarca – e ainda sou autarca por mais 67 dias -, mas acima de tudo como cidadão consciente do esforço coletivo que é preciso fazer para sobrevivermos a isto, estou muito próximo do aterrorizado.

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Vândalos e vandalismo

DIA VENCIDO
800px-Genseric_sacking_rome_456

Talvez uma situação mais mediática faça sobressair outras mais pequeninas e, de repente, uma normal anormalidade possa (me possa) parecer ter crescido. Talvez. Mas também me parece que o ambiente pré-eleitoral, a confrontação dialética política – especialmente nas redes sociais -, a crispação social que se cria, favorece a que haja pessoas que consideram legitimada (pela vox populi) uma posição pública de desagrado através de um acto de vandalismo. Parece-me, por isso, que o vandalismo não vai terminar até 26 de setembro.

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Abalar é preciso.

DIA VENCIDO
avatar1

Os meus avós paternos, de Medelim, tinham uma espécie de dialeto próprio, de que tenho muitas saudades. A minha avó Alice não nos dizia ‘vão!’. Dizia-nos ‘andar-ir!’. No imperativo mais imperativo que se compreenda. Não nos perguntava onde íamos, perguntava ‘onde vandes?’… E usava muitas vezes, na hora da despedida, um verbo de que gosto muito: ‘Abalar’! …

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Não existe semelhante coisa como dinheiro público

DIA VENCIDO

Hoje não consigo deixar de me lembrar de Margaret Thatcher, primeira-ministra do Reino Unido, e do que disse em 1983, dirigindo-se ao seu partido, ao Partido Conservador.

«Nunca nos esqueçamos desta verdade fundamental: O Estado não tem outra fonte de dinheiro além do dinheiro que as pessoas ganham para si mesmas. Se o estado deseja …

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Sozinhos entre as gentes.

DIA VENCIDO
mão

Eu fui – eu sou – um privilegiado. Tive e tenho os melhores amigos do mundo. E tive um pai e uma mãe que me permitiram ter os melhores amigos do mundo.
Amigos que fizeram um abaixo assinado a exigir ao meu pai que me deixasse ir com eles fazer uma viagem de finalistas, quando eu nem sequer tinha idade. Amigos que nos piores momentos de desgostos de amor, me tiraram de casa e me levaram de férias. Amigos que se organizavam para fazermos apontamentos de estudo – sebentas verdadeiras -, para que nenhum de nós ficasse para trás. Amigos que alinhavam em loucuras como a de, com 17 anos, ir de mochila às costas percorrer a Europa. Amigos que me exigiram cumplicidades e segredos, que retribuíram confiança, que me ensinaram o valor da palavra, do compromisso. Amigos que ainda hoje me garantem que eu nunca caminharei sozinho.
E mais do que o desgosto de não ter filhos, reside em mim o desgosto de acreditar que os filhos dos meus melhores amigos nunca terão amigos tão bons como eu tive e tenho. E isso vai lhes fazer falta a eles, vais fazer falta ao mundo e, também por isso, o mundo que lhes vou deixar não é melhor do que o mundo que me deixaram a mim.

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